Mensagem

Pela primeira vez, desde que vivemos em democracia, que a CMB é governada por outra força política. Justitica-se, por isso, que por "estas bandas" se comentem as diferenças, as novas realidades e os novos desafios de quem gere e depende dos dinheiros publicos.

quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Os cofres da CMB estão pelas "horas da amargura"!

Pois é! Mas não digam que eu não avisei, em devido tempo.
Às vezes tenho a sensação de que era o único que parecia estar lúcido quanto a isto, embora saiba que a receita para se ganharem eleições é "prometer ao povo", independentemente de, posteriormente, se realizar, ou não, o prometido.
O problema é que também há quem saiba contar o número de promessas não concretizadas.
Vamos aguardar por qualquer informação sobre a reunião que hoje decorreu à porta fechada e avaliar as soluções propostas, se existiram.

terça-feira, 10 de Novembro de 2009

A verdade da consolidação orçamental das finanças públicas, conseguida pelo PS

O primeiro governo de José Sócrates vangloriou-se de ter conseguido controlar as finanças públicas, colocando o nosso défice abaixo dos 3%. No entanto, a verdade (que parece ter escapado à opinião pública) é que tal consolidação foi atingida com receitas extraordinárias, obtidas da União Europeia, no valor de 1.383 milhões de euros e destinadas à construção, futura, de um conjunto de novas barragens no território nacional.
O problema é que a UE, depois de enviar as verbas, solicitou um estudo independente sobre as referidas barragens e concluiu que o estado português avaliou mal a necessidade das mesmas e o seu impacto ambiental. Assim, existe uma forte probabilidade de termos que devolver tais verbas, acrescidas de juros. Para agravar as coisas, o estado português já adjudicou as empreitadas de construção da maioria dessas barragens.
Assim, era uma vez uma consolidação orçamental que nunca existiu. Pior ainda, vamos ter que pagar a construção das barragens (sem financiamento comunitário) e como o estado português já atingiu um nível de endividamento completamente absurdo, corremos o risco da casa vir mesmo abaixo. Como dizia Fernando Pessa: E esta hem?

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

A queda do Muro de Berlim

Nesta dia, em que se relembra a queda de um muro carregado de simbolismo, que antecedeu a "derrocada" de um sistema político totalitário, cuja capacidade de repressão e de autoritarismo ultrapassou tudo o que é possível imaginar, devemos também recordar aqueles que, apenas por procurarem transpor o mesmo e tentarem alcançar a liberdade que lhes era oferecida, a poucos metros de distância, ali pereceram sob o fogo das armas dos guardas soviéticos. O assassinato, puro e simples, utilizado como uma forma eficaz de calar, ameaçar, ou amordaçar quem se atrevesse a enfrentar o regime.
Basta isto para entendermos o que significa a falta de liberdade. E o pior é que ainda existem países em que estes "muros" existem e em que os cidadãos continuam a ser abatidos a tiro, pelo simples facto de os tentarem ultrapassar.

quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

O endividamento da CMB

Está confirmada a minha perspectiva sobre o excessivo endividamento da CMB e sobre as limitações que esse mesmo endividamento vai provocar na gestão futura.
Como eu procurei salientar, não se justificava prometer grandes obras para o primeiro e, talvez, segundo ano de mandato (dependendo das medidas adoptadas para corrigir o défice) porque o peso das dívidas vai exigir medidas de contenção da despesa e do investimento.
No entanto, o que mais me custa nesta herança pesada que a CDU deixou e que nos afecta a todos é que este endividamento excessivo, a curto prazo, não foi resultante de esforços para promover o desenvolvimento e o crescimento económico, antes pelo contrário. Estamos mais probres, perdemos dinamismo económico e empresarial, não temos protagonismo político, a CMB não combateu a nossa elevada taxa de desemprego (excepto com empregos internos) e deixou-nos cada vez mais endividados. Este é o cenário de hoje, vamos ver o canário de amanhã.

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

O comunicado de despedida do Dr. Francisco Santos

Decididamente, o Dr. Francisco Santos recusa-se a aceitar que o trabalho da CDU não foi do agrado da nossa população e que tal facto deu origem a uma revolução (palavra tão do agrado dos comunistas) pacífica e individual que se traduziu na sua derrota nas urnas.
Se o objectivo é procurar resposta para para as derrotas de cada um, então também eu posso alegar que fui derrotado, nas urnas, porque a CDU conseguiu realizar um trabalho tão, mas tão mau, que muitos dos militantes e simpatizantes do PSD não tiveram outro remédio senão recorrer a medidas drásticas, alterando o seu sentido de voto, como forma de tentar mudar esta realidade.
Seja de que forma for, em democracia devemos saber ganhar mas, mais importante ainda, também devemos saber aceitar as nossas derrotas com a devida dignidade. E que ninguém me venha dar lições de moral sobre tal facto.
É, por isso, lamentável que o Dr. Francisco Santos ainda tenha o desplante de vir ofender, publicamente, a população em geral, os seus opositores, em particular, e até a própria democracia, pilar da nossa sociedade, porque aceitar que, tal como eu, também foi legitimamente derrotado, isso nunca. Espero que a memória do povo não seja curta e que este episódio aí fique bem gravado, para que, esperemos, não se volte a repetir.

segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

Sobre o resultado das eleições autárquicas

Começo por agradecer a todos aqueles que nos deram o seu voto.
O PSD perdeu estas eleições e com uns resultados nada representativos deste partido, em Beja. Foi uma grande derrota para o PSD ao nível da CMB, Assembleia Municipal e Freguesias (exceptuando S. João Batista) e assumo total responsabilidade de tal facto, deixando bem claro que nunca existiu (repito, nunca existiu) qualquer acordo pré-eleitoral com o PS e de natureza alguma, como pretendeu fazer crer o secretário-geral do PCP, para tentar justificar a derrota da CDU.
O PS venceu estas eleições por mérito próprio, tendo conseguido cativar o seu eleitorado e, também, uma boa parte do eleitorado do PSD que, inegavelmente, praticou "o voto útil" como forma de promover a alternância democrática e retirar o poder à CDU.
Ainda ontem felicitei, pessolamente, os vencedores e espero que estes próximos quatro anos representem uma viragem neste concelho.

sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Informação sobre os debates e entrevistas

  • Debate entre os cadidatos, realizado na TVI 24.Veja em: www.tvi24.iol.pt/programacao-debate/iol/1076352-4667.html# . Depois, por baixo do pequeno "ecran" que lhe surge, em azul, e que diz "especial informação" deve clicar na câmera de video que se encontra na parte inferior (com a palavra VIDEO ao lado). Sguidamente, surge-lhe um ecran com um telejornal da TVI 24. Na parte de baixo do mesmo, existem duas "setas", uma de cada lado, que lhe permitem procurar outros videos. Deverá então procurar o vídeo com a data de 3 de Setembro.